quarta-feira, 23 de maio de 2012

Fiquei tão indignada que resolvi contar para todo mundo....

Existe informações que temos que publicar...


Responsabilidade Social aonde?
 Ainda bem que existe a “liberdade de expressão”. Mais uma vez estou indignada com meu plano de saúde, acredito que eles cada
vez mais vêem as pessoas como se elas fossem desinformadas.
Tenho um plano que infelizmente poucos podem manter, por dois motivos, um é o valor elevado e o outro por que não se comercializa mais,  UNIMED PLUS CUIABÁ (COM ABRANGÊNCIA PARA TODO PAIS), é um plano que dá direito exames, consultas e internações “sem limites” e sem co-participação ou seja, sem acrescentar valores em qualquer um desses itens, pagamos a mensalidade e pronto. Pronto? Na teoria, na prática falta muito.
Hoje ouvi depois de muita luta a seguinte frase do meu pai:
“- Eu não estou entendendo o seu plano de saúde não”.
 
Claro, não liguei para a expressão “SEU PLANO”, e perguntei por que?
Ele foi operado ontem em Goiânia, depois de meses brigando com o plano para autorizar a cirurgia total (eles só queriam autorizar parcial). Já viram isso? Uma pessoa ser operada parcialmente?
O médico fala ao paciente/cliente: “-Sr. sinto muito, mas hoje de acordo com seu plano vamos te abrir, quando eles aprovarem o restante, retiraremos o calculo renal, aí vamos fazendo por partes, igual Jack, aquele mesmo o estripador”.
Então, depois de uma longa jornada para aprovar a cirurgia,
meu pai foi operado e passa bem, graças a Deus e aos médicos,
mas a minha indignação veio a partir da resposta do meu por que lá de cima.
De acordo com ele, o “MEU” plano de saúde não cobre mais
a utilização de televisão e ar condicionado nos apartamentos.
Juro que a minha reação não passou de uma gargalhada
e a plena falta de apetite repentina, o hospital informou calmamente
que para utilizar os aparelhos teriam que pagar uma taxa de R$ 30,00
por cada um.
Que providências vou tomar além de mandar esse e-mail para todos
que conheço e postar em todas mídias que tenho acesso, além do sac
da UNIMED Cuiabá (que nunca resolve nada), não sei...
Mas sei que agora de alguma forma vou conseguir ao menos comer
para não piorar minha gastrite, sei que tornarei minha indignação publica
de várias formas.
O que vai acontecer depois? Não sei, mas juro que dessa vez não vou ouvir absurdos
como esse calada e sem fazer nada.

Obrigada aos amigos por lerem e dividirem comigo mais um caso complexo
da vida. Tenho um plano de saúde por que necessito e meu pai
está sofrendo muito para pagar a parte dele para me ajudar,
o plano é empresarial e muito antigo, se sair algum co-operado terei que optar por um novo
(co-participativo) que oneraria mais ainda as minhas despesas médicas.
Eu utilizo o que posso e mesmo tendo um plano que deveria ser bom,
Pago muita coisa por fora, como psicóloga e alguns tipos de fisioterapia e alguns médicos
Que deixaram de ser cooperados por não valer a pena financeiramente,
(como eles pagam muito mal prestadores de serviço, eles desistem
ou acabam atendendo muito mal por não terem condições
de manter a estrutura, por também pagarem mal funcionários
e por terem que ter volume de pacientes/clientes), ou seja, temos um péssimo
tratamento (juro que nem sempre é culpa de quem presta serviço e não são todos,
eles até tentam igual ao SUS, ou um pouco melhor, o legal rsrsr
é que eles tentam)...
Minha família   garanto que não utiliza 1/3 do que pagam,
geram um lucro fora do comum para tentar me ajudar
e o que recebemos como clientes, bons pagadores são situações
constrangedoras como essa e muitas outras que nem vem ao caso,
são tão absurdas quando.

Repassem quem sabe chegue a pessoa certa, que poderá tomar providências
e ajudar gente que como eu são obrigadas a manter certas condutas por
pura falta de opção.

Com um carinho especial
Fer

sábado, 12 de maio de 2012

Alzheimer-Interessantíssimo






Vale a pena ler mesmo que você não tenha este problema na família.Abs
Texto de: Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor


Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo. O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer. Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase que me dá arrepios.

E o que fazer... para evitarmos essas drogas?

Como?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.

Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? 
Hum... Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço contrário;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?
FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS).
'Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!'
Sucesso para você!!! A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.

Obs.: Esta mensagem foi enviada por mim, com a mão esquerda.
Recebi esse artigo de uma aluna e complementei com as dicas do quadro. Conheço pouco sobre a doença, mas já perdi pessoas importantes vitimas dela. Vale à pena seguir as dicas, conhecer mais e principalmente divulgar.
Existem grandes avanços na medicina, o Jornalista Alexandre Morais divulgou matéria informando que o processo de encolhimento do cérebro na doença de Alzheimer foi revertido em alguns casos através do uso de estímulos elétricos no cérebro, ocorrendo a reversão do encolhimento que reduz o declínio cognitivo relacionado à doença.
O experimento aconteceu no Canadá, na Universidade de Toronto, liderado pelo médico Andres Lozano, que aplicou estímulos cerebrais profundos em seis pacientes. Em dois casos a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher mais voltou a crescer, nos outros quatro foi parado o processo de deterioração.
Cientistas ainda estudam como o processo de estimulação funciona no cérebro. Esse avanço pode ser decisivo no combate a doença já que foi a primeira vez que um caso foi revertido.

Por: Fernanda Braga

quarta-feira, 9 de maio de 2012

EXEMPLO E INCENTIVO A VIDA



Acordei com bom dia da Ana Maria Braga, fazia um tempo que não acordava tão tarde. Tinha um compromisso às 09h00min, e gosto de ser pontual. Hoje, porém não consegui desgrudar da televisão. Na abertura do programa ela anunciou a visita do amigo e maestro João Carlos Martins. Já tinha visto a matéria do Caco Barcelos sobre a cirurgia que o maestro foi submetido e o sucesso que tem alcançado. O avanço da medicina estimula.
Vejo televisão de uma forma um pouco diferente do tradicional, geralmente televisão é para diversão e saber um pouco das notícias do mundo. Eu vejo televisão principalmente para aprender. No caso do maestro acompanho sua caminhada há muito tempo, é mais do que referência para mim.
Pessoas que passam por qualquer tipo de problema que influência negativamente em sua vida, necessita de estímulos positivos para recuperar ou diminuir um pouco a dor de ter passado por uma fase difícil.
Geralmente quando perdemos alguém tragicamente, doenças, assaltos e outras situações que ninguém do bem deveria passar, ficam na memória uma dor constante e longa com a sensação que o sofrimento nunca vai acabar ou diminuir.
Através de referência como João Carlos Martins, enxergamos e sentimos o sopro da vida.
Quem não assistiu vale a pena entrar no site do programa, além da grande demonstração de superação, poderá ver explicações mais detalhadas do que é a doença dele.
“A distonia faz com que a pessoa não tenha controle sobre os movimentos e provoca dores muito fortes. No meu caso, uma pessoa que exigiu muito das mãos, aqueles exercícios causaram a LER, lesão por esforço repetitivo, e a distonia piorou o quadro”, (João Carlos Martins).
É importante falar sobre esse assunto, não só pelo exemplo, mas pelas estatísticas, o aumento no número de casos como Ler, Túnel do Carpo, Tendinite e a própria Distonia é assustador. O uso contínuo do computador é o fator que mais influência juntamente com movimentos repetitivos.
Pessoas não são máquinas e Charles Chaplin demonstrou bem isso em Tempos Modernos, já prevendo a ação contínua que pessoas iriam ter quando submetidas ao trabalho repetitivo.
Quero ressaltar que mesmo tendo orientação nem sempre as pessoas param para aplicar, infelizmente sou um exemplo disso, mesmo sabendo que horas seguidas no computador poderiam provocar dor, acabava não percebendo a quantidade de horas na frente da tela e os movimentos contínuos no teclado. Percebi quando veio a dor e mesmo assim no início não associei a esse fator, somente quando procurei ajuda médica percebi o grande problema que tinha para enfrentar pela frente. Tenho duas cirurgias de Túnel do Carpo na mesma mão e estou aguardando para realizar a cirurgia da outra que tem esse mesmo tipo de lesão.

Esse é mais um alerta, a dor é forte, constante, seguida de formigamentos e perda de função. Peça orientação a profissionais de como evitar os sintomas, faça atividade principalmente com as mãos em intervalos de 30 minutos para que possam continuar as atividades do dia a dia sem sintomas de dor.

terça-feira, 8 de maio de 2012

SOMOS MULHERES LINDAS E SENSUAIS, VALE A PENA PERDER O MEDO DE FALAR E SABER MAIS SOBRE OS ÓRGÃOS GENITAIS.



 
Mulheres geralmente têm vergonha de pensar nos órgãos genitais femininos, imagine falar.
O era da vergonha, ficou para trás com nossas avós, não é verdade?
Na realidade não, a grande maioria das mulheres tem vergonha sim, e evitam falar ou procurar ajuda quando percebem alguma alteração.
Como conheço vários médicos, acabei virando referência de indicação.
Pessoas que as vezes não conheço me ligam por que alguém informou que sei quem é o melhor especialista em cada área, hoje esse tipo de atitude não me espanta mais e o certo é ter referência do profissional sim.
Sempre tenho motivos para escrever um assunto, nesse caso foram a quantidade de pessoas que perceberam ter um problema ginecológico e não ter um ginecologista,
isso me assustou, ginecologista é como pediatra infantil,
você tem que ter um até a pré adolescência no mínimo (ou até os 18 anos, conforme legislação pediatra deve atender crianças e adolescentes até essa idade).
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpPOVXe8h9iM5Ob8s0o2hBs57px5XOJJAIcOdDORMpGo_-fSl4PYoakJbbDzX-ggiedUCpQecwQzjB8ihyphenhyphenI6f1TjFWFGi6-Qzt-EhM5Es8klPcryjsboD_aCgthNTZjmTC-WNSt1PAXRDa/s400/mae.jpgMas voltando ao ginecologista, o meu me atende desde os 13 anos, um pouco antes da primeira menstruação. Eu disse o meu, pois é, ele é homem. Esse é outro motivo que ainda é tabu. Por mais que conheça médicos, no caso de ginecologista só conheço homens, não tenho nada contra as mulheres, mas foi uma coincidência e como tenho um por tanto tempo acabei não conhecendo muitos.
Quero alertar, que o ginecologista faz um controle quase que geral da paciente. Ele consegue saber os problemas que tenho mais do que eu, e ajuda muito, principalmente em casos que são genéticos e quando tenho que ter informações e dados antigos.
Na minha casa somos em 04 mulheres, todas pacientes do mesmo médico, isso ajuda muito voltando a falar do fator genético.
Exames ginecológicos devem ser realizados uma vez ao ano, neles sabemos se temos algum tipo de bactéria ou fungo nos órgãos genitais, fazemos ultra-som que informa o bom funcionamento do abdômen em geral,controlamos peso, pressão, câncer de mama principalmente (é importante ressaltar que mesmo com campanhas, nem todas mulheres fazem ou sabem fazer o alto exame), e tantos outros fatores que podem influenciar na saúde do corpo feminino.

Sou bem suspeita em falar do meu ginecologista, tive sorte dos meus pais se preocuparem em ensinar as 03 filhas mulheres que existia esse acompanhamento, que podiamos perguntar, prncipalmente o que não sabiam responser,  a dica dos meus pais é que o médico deveria ter respeito.

Tenho duas filhas, uma de 05 anos e outra de 02, conversei com o pediatra delas com frequência sobre os órgão sexuais, se estão se desenvolvendo certo e quando tenho que começar a conversar com elas e meu filho de 07 anos. Fiquei surpresa com a resposta, ele me disse que desde quando começam a fazer as necessidades sozinhas, o procedimento de limpar bem o local é um deles. Descobri também que crianças têm corrimento vaginal, que tem fungos e bactérias, aí resolvi conversar com meu ginecologista e ele me orientou a utilizar sabonete intimo infantil nos meus filhos, junto com outras dicas fantásticas como levar de vez em quando junto comigo ao ginecologista, para conhecerem o ambiente e começarem a se familiarizar.
Adorei a ideia e já fiz isso com a mais velha, nunca imaginei a quantidade de perguntas que tive para responder, tenho certeza que ela vai se sentir bem quando tiver que fazer exames e consultas anuais.
Outra coisa importante foi deixar elas perceber que menstruamos todos os meses, ensino de uma maneira bem legal (conforme a orientação dos médicos), digo que elas também vão ter quando tiverem do meu tamanho, que não é muito legal, mas que vai ser bom para elas serem meninas muito bonitas, ensino o cuidado que temos que ter para lavar, secar a vagina e como descartar o absorvente que é igual a fralda da mais nova, sujo, deve-se jogar fora enroladinho no papel e lavar bem as mãos.
Parece assunto que não deveríamos falar em público, mas é um grande engano, quanto mais soubermos, mas cedo conheceremos nosso corpo, podendo evitar contágio de muitas doenças, ou agravamentos de doenças que surgem e não são contagiosas.
Uma dica é ler livros, sites e blogs que dão dicas dos mais variados assuntos, ajuda a ter informação e quebrar um pouco as barreiras que construimos sobre o tema.

Lembrem-se seu ginecologista deve ser igual um amigo e está presente em sua vida ao menos uma vez por ano.
Por: Fer Braga 







segunda-feira, 7 de maio de 2012

Acalmar crianças interativas, incentivando o aprendizado com criatividade, estímulo ao cérebro, coordenação, saúde mental...



TuTiTu Mobile HD
Vale a dica dos vídeos interativos. Crianças de todas idades vão adorar e .

Nem sempre a programação das emissoras e da internet ajudam no desenvolvimento psicológico das crianças, como gosto de pesquisar para encontrar opções para meus filhos que vai além produções nem sempre instrutivas e muitas das vezes violentas da nossa modernidade, achei essa série de vídeos educativos, claro, resolvi compartilhar. Acredito que essa dica vai ajudar mães como eu, que preocupa com todas as fases dos filhos e estimula muito o conhecimento e a saúde mental.
Pouco se fala sobre saúde mental infantil, enquanto campo de intervenção, cuidados e estudo sobre a criança, não teve nada estruturado ou sistematizado até o século XIX. Atualmente existe muito estudo científico comprovado, porém pouco divulgado. A criança precisa ser protegida, cuidada, amparada e educada, daí a necessidade de propagar as recomendações para a prática da Saúde mental infantil e juvenil. Desta forma, segue algumas informações, que podem ajudar a conhecermos melhor sobre o assunto.

Referência e mais informações:
 http://taeloule.blogspot.com.br/2010/06/saude-mental-infantil.html


Por: Fernanda Braga

domingo, 6 de maio de 2012

Condromalácia Patelar





Cristiane David, obrigada pela sugestão, o diagnóstico inicial do meu problema foi exatamente esse 25 anos atrás, infelizmente meu caso é um pouquinho mais complicado, porém sei bem o que está sentindo.
Optei por dois tipos de informação, abaixo uma explicação do que é a doença, os sintomas e o que pode se fazer para amenizar. Tem um vídeo também, ele não é atual, mas tudo que está nele condiz com a realidade, o mais legal da matéria, que nunca tinha visto é a recomendação para a mulher evitar sentar e cruzar as pernas, essa ação de cruzar as pernas contribui muito para dor, principalmente por que não percebemos, mas geralmente ficamos muito tempo de perna cruzada.
O mais importante é o controle da dor, se seu caso não é grave, procure junto com acompanhamento médico evitar a cirurgia, médicos renomados fazem a mesma observação. Condromalácia Patelar como toda doença é muito chata e geralmente acompanha a pessoa para o resto da vida. Tem que ter um cuidado maior com a degeneração é necessário ter um reforço muscular e manter atividades físicas, RPG para mim foi o que deu melhor resultado, não só ao joelho, mas o corpo em geral e a mente também.
Outra informação importante, nem sempre mencionada é o habito que geralmente temos de tomar refrigerantes, principalmente os de cola, eles prejudicam muito. E falando de bebida, vale ressaltar alimentação e manutenção de peso, joelho sobrecarregado = joelho com dor.

Definição médica:
 A Condromalácia patelar (também conhecida como síndrome da dor patelo-femoral, ou "joelho de corredor") consiste em uma patologia crônica degenerativa de a cartilagem articular da superfície posterior da patela e dos côndilos femorais correspondentes, que produz desconforto e dor ao redor ou atrás da patela. É comum em jovens adultos, especialmente jogadores de futebol, ciclistas, jogadores de tênis e corredores.
Os principais sintomas são: dor profunda no joelho ao subir e descer escadas, ao levantar-se de uma cadeira, ao correr, muitas vezes restringindo atividades físicas. Dores atrás ou ao redor da patela ocorrem principalmente quando o joelho é flexionado - como ao subir escadas ou agachar-se, por exemplo. Uma ardência ou dor ao ficar com o joelho flexionado por longos períodos, mesmo sem forçá-lo, também é um sintoma comum na Condromalácia patelar, além de crepitação e estalos, muitas vezes audíveis. É possível também a presença de derrame intra-articular (edema).
 Excluir exercícios e esportes de alto impacto (futebol, vôlei, basquete, corrida, ciclismo) ou atividades suspeitas de causarem a lesão. Natação é um bom exercício para manter o condicionamento físico sem afetar o joelho.
  • Reforçar os músculos fracos, fazendo exercícios leves e de baixo impacto. É especialmente importante reforçar o músculo vasto medial para equilibrar as forças atuantes sobre a patela - fazendo extensão de cada perna separadamente, por exemplo.
  • É importante avaliar o limite de extensão e flexão do joelho durante os exercícios, para não agravar o quadro. Peça ao profissional para demonstrar. Evite a sobrecarga.
  • Alongar quadríceps, banda iliotibial (lateral), posterior da coxa, tendões e panturrilha regularmente. Não esquecer de alongar bem antes e depois dos exercícios.
  • Colocar gelo no joelho após os exercícios.
  • Evitar subir e descer escadas.
  • Garantir lugar suficiente para a perna no carro ou no seu lugar de trabalho, evitando manter o joelho flexionado mais de 90 graus por muito tempo.
  • Manter boa postura e evitar cruzar as pernas por longos períodos.
  • Não sentar sobre as pernas com o joelho em hiperflexão.
  • Quando estiver deitado, não deixar o peso do corpo pressionar ou mover a patela, usando um travesseiro para manter os joelhos levemente separados e as patelas no lugar.
  • Usar sapatos confortáveis, principalmente durante os exercícios.
  • Evitar aplicar peso excessivo na articulação afetada, perdendo peso se necessário.
  • É imprescindível fazer uma avaliação com um reumatologista, um ortopedista, fisioterapeuta, para receber o tratamento correto. Jamais faça exercícios em academias sem a assistência de um professor de educação física. As orientações dadas aqui podem ser excluídas com o tempo.
O diagnóstico mais detalhado é feito, normalmente, através de um exame de Ressonância Magnética e em vários casos é recomendado o uso de anti-inflamatórios, fisioterapia e até mesmo cirurgia (casos mais graves). Caso se trate de doença crônica, o tratamento baseia-se apenas na redução da dor. Não há um protocolo rígido de indicação de tratamento. É necessário estudar a forma mais eficaz para cada paciente de acordo com o grau da lesão adquirida, e que, principalmente, não cause dor. O mais recomendado é que um médico ortopedista especialista em joelho seja consultado antes de qualquer procedimento, mesmo que seja uma atividade fisíca.

Referência:  MACHADO, F. A. e AMORIM, A. A. - Condromalácia patelar: aspectos estruturais, moleculares, morfológicos e biomecânicos
Espero ter ajudado até a próxima.
Portado por: Fer Braga


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Você já ouviu falar no termo "Cotovelo de Tenista"?"Com certeza pessoas com lessão neste local já...

- Que nada é só dor de cotovelo... Muitos brincam quando geralmente uma pessoa tem dor no cotovelo ou quando querem provocar algum tipo de brincadeira, rsrs....
Mesmo brincando, o assunto é muito sério, a dor existe, popularmente conhecida como “Cotovelo de Tenista", localiza-se na lateral do cotovelo.  Graças a Deus, ciência e médicos, a melhora na qualidade de vida de quem tem esse tipo de lesão vem crescendo muito.
Hoje, como sempre, estive na Clinica Genus, conversando sobre alguns assuntos com Dr. Cássio Telles, chegamos a esse tema,  fui apresentada por ele a uma matéria muito interessante e importante de sua autoria e do  Dr. Luiz Augusto Tavares Jr. Escreveram para Revista Janssen, veículo nacional, que informa a sociedade de maneira geral as descobertas cientificas mais recentes relacionadas à saúde.
Devemos saber que muitos médicos, por certas conveniências, antes de tentar todos os procedimentos, acabam sugerindo ao paciente cirurgia para reparação da lesão (devo ressaltar que não é apenas nesse tipo de lesão e que não são todos profissionais).
Gosto de publicar tudo que acredito ser importante, informar um pouco mais os leigos como eu as boas novidades da medicina, principalmente para pacientes que lutam por muito tempo por melhoras sem muita opção e solução. Esse tipo de paciente acaba optando pela cirurgia um pouco mais cedo que o necessário, por não aguentar mais o processo de dor, tratamentos longos e na maioria dos casos recebem um volume até grande de informações que geralmente são técnicas demais, tornando difícil o entendimento.
A matéria publicada pelos médicos é muito esclarecedora, mesmo contendo termos técnicos, a maior parte  tem expressões populares com uma conclusão muito boa: EXISTE TRATAMENTO PARA ESSE TIPO DE LESSÃO QUE PODE EVITAR A SALA CIRURGICA. Portanto, quem tiver interesse leia com atenção, é um pouco longa, porém fantástica.
Vale lembrar também, que a matéria expõe os tipos de tratamento a ser seguidos, juntamente com o nome das substâncias e medicamentos que podem ser ingeridos para obter melhora no quadro clinico,  o cuidado que deve ser tomado nesse sentido é para não ingerir os mesmos sem avaliação médica e exames complementares.

Tratamento não operatório da epicondilite latral do úmero
  O termo cotovelo do tenista é popularmente conhecido para determinar a dor na região lateral do cotovelo. No final do século XIX, Runge e Major associaram o esporte aos sintomas do cotovelo, sendo nomeado lawn tennis arm e mais recentemente chamado de epicondilite ou tendinite.

            Nos últimos dez anos muito se aprendeu sobre essa patologia. A ausência de células inflamatórias nos tecidos e o achado de hiperplasia vascular e fibroblastos distorcidos com alteração do colágeno levaram alguns autores a descreverem-na como uma tendinose angiofibroblástica.

            Afeta de 1 a 3% da população mundial, geralmente adultos na quarta ou quinta década de vida, sem predileção por sexo, sendo mais comum no membro dominante. Não restrito ao tênis ou outros esportes de raquete, a incidência é variável em outros esportes e ocupações que requerem movimentos repetitivos do antebraço e do punho. 

            A alteração degenerativa primária ocorre no tendão do músculo extensor radial curto do carpo e em 50% dos casos associado ao tendão do extensor comum dos dedos. A tendinose ocorre nas fibras mais superiores e profundas dos tendões.

            A origem da dor na epicondilite lateral é multifatorial. Os sintomas podem ter origem intra ou extra-articular. Inicialmente a hipótese levantada foi de anoxia regional dos tendões com produção de substâncias nocivas. Terminações nevosas livres no tecido de granulação foram identificadas utilizando imunohistoquimica. Análise bioquímica demonstrou que há receptores neuroquinina-1 e substância P na origem dos extensores.

            A queixa mais comum é a dificuldade para segurar objetos.  A dor varia entre leve e moderada. Há períodos de exacerbação por movimentos de extensão ativa do punho ou flexão passiva. Sintomas como dor noturna e impossibilidade para exercer atividades simples podem estar relacionados com casos mais graves nos quais pode haver lesão parcial ou total do tendão.
           
Uma avaliação do paciente com suspeita de epicondilite inclui exame da coluna cervical, ombro, cotovelo e punho. O ponto mais doloroso é localizado a 5mm distal e anterior ao epicôndilo lateral, raramente acompanhado de edema, hiperemia ou calor. Os testes provocativos consistem em realizar uma extensão ativa do punho e dedos sobre resistência.
           
O diagnóstico diferencial principal é com a compressão do nervo interósseo posterior, lesão condral do capítulo e plica posterolateral.
           
A radiografia simples do cotovelo é importante para avaliar alteração articular e calcificação próxima ao epicôndilo lateral. Segundo Nirschl, 20% dos pacientes com calcificação necessitarão de procedimento cirúrgico. A ressonância magnética pode ser solicitada nos casos em que há associação de lesão ligamentar ou lesão dos tendões extensores.
           
Cerca de 80% dos pacientes referem melhora dos sintomas em 01 ano. O tratamento não operatório tem como objetivo reduzir a dor, encurtar o período da patologia e evitar recidivas. A falha desse tratamento leva a um procedimento cirúrgico, reservado para 04 a 11% dos pacientes. O diabetes tem um efeito negativo no resultado cirúrgico.
           
O tratamento não operatório proposto tem como pilar central o controle da dor, seguindo a escada proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o controle da dor, são iniciados exercícios isométricos domiciliares de fortalecimento do membro superior.  O uso de órteses é recomendado, porém não há consenso na literatura.
           
A epicondilite lateral é caracterizada por não ter um componente inflamatório.  A melhora dos sintomas com antiinflamatórios não esteroidais (AINES) pode estar relacionada com o efeito analgésico central destes ou por efeito nos tecidos vizinhos.
           
Labelle e Guibert, em um estudo multicêntrico duplo cego randomizado com 129 pacientes, não aconselham o uso de AINES por não haver melhora dos sintomas e por intolerância gastrointestinal ao uso dessas drogas por um período prolongado. Outro estudo randomizado, um curso de 02 semanas de AINES versus placebo não mostrou benefício no tratamento com 04 semanas, 06 meses e 12 meses.  O único estudo que comparou diferentes AINES orais não mostrou diferenças nos grupos de tratamento.
           
A injeção de esteróides mostrou-se mais eficaz que o uso de AINES orais em diversos estudos, apesar de o resultado final ser semelhante em 12 meses. O uso de injeções deve ser evitado como primeiro tratamento por ser um procedimento  invasivo com risco de atrofia de tecido celular subcutâneo e hipopigmentação local da pele.
           
O controle eficaz da dor moderada, segundo a OMS, deve ser realizado com o uso de opióides fracos associados analgésicos e adjuvantes. A analgesia combinada com múltiplos mecanismos de ação tem sido recomendada por diversas organizações e sociedades medicas com o objetivo de aumentar o efeito analgésico, reduzir os efeitos colaterais dose dependentes e promover maior aderência ao tratamento.
           
O analgésico opioide de ação central Tramadol, associado ao analgésico não opióide Paracetamol tem uma farmacocinética complementar em relação a absorção, distribuição e meia vida de eliminação. O alivio da dor com essa combinação mostrou-se mais eficaz do que o tramadol em monoterapia. A combinação de 37,5mg de Tramadol e 325mg de Paracetamol (ULTRACET) é eficaz no alivio da dor aguda, com duração de até 8 horas e rápido inicio de ação.
           
Em relação às reações adversas ao uso do ULTRACET, cerca de 6% apresentam constipação, que pode ser evitada por uma maior ingestão de fibras durante o seu uso. Eventos gastrointestinais são incomuns, 3% apresentam náuseas e diarréia. Outros eventos gástricos como dispepsia e hemorragia digestiva não foram observados.
             
            Temos tido bons resultados com essa associação do Tramadol e Paracetamol, 37,5/325mg para o tratamento não operatório da epicondilite lateral. Os pacientes apresentam melhor controle da dor para a realização dos exercícios domiciliares, que segundo alguns trabalhos, podem reduzir o tempo dos sintomas e evitar recidivas.

            O tratamento cirúrgico é indicado para os casos em que não ha controle eficiente da dor apos 06 a 12 meses de tratamento.

Comentários: Fernanda Braga
Matéria: Dr. Cássio Mauricio Telles e Dr. Luiz Augusto P. Tavares Jr.
Clinica Genus - 65 3648-0700 www.clinicagenus.com.br

terça-feira, 17 de abril de 2012

Torção de Tornozelo - Vale muito ter atenção


Em mais ou menos um mês recebi através das mídias muitas informações sobre entorse de tornozelos. Talvez essas informações sejam bem frequentes e eu não tinha prestado muita atenção até machucar meu pé duas vezes seguidas em um intervalo de 10 dias. O mais interessante da história, foi esperar para ser atendida no médico e ver na TV da sala de espera o Programa Bem Estar, tema do dia: Entorse de tornozelo. E eu ali enfartando de dor e aprendendo como poderia ter evitado o entorse minutos depois. Coisas do destino. Minha sorte foi torce o pé na frente do hospital e meu azar foi ter lesionado ligamentos em dois lugares diferentes e ter tido uma fratura de calcanhar que ainda não sei se é proveniente dessa lesão ou não.
Resultado mais de um mês de castigo (imobilização com gesso), estou na metade dessa árdua missão, faltam exatamente 15 dias para retirada.
Devem estar perguntando por que resolvi falar sobre isso?
Porque realmente vi a quantidade de informações que recebemos e nem sempre percebemos, é mais ou menos igual a estar grávida, tenho três filhos e só percebia a quantidade de grávidas existentes enquanto estava no período de gestação. É natural acontecer, temos que ter uma certa seleção de informações, mas vamos voltar ao tornozelo.
No meu caso não foi descuido, na primeira vez bati as pontas dos dedos descendo de um banco, foi bem leve, mas como tenho problemas, tudo em mim acaba gerando um transtorno um pouco maior que na maioria das pessoas. O problema foi à segunda lesão, meu joelho esquerdo falseou e desta vez a perna direita não conseguiu segurar, acabei torcendo o pé.
A entorse de tornozelo é uma lesão que causa um estiramento ou ruptura de um ou mais ligamentos da articulação do tornozelo ou do pé. Quando o tornozelo torce após um trauma você pode ter vários tipos de lesões, e na maior parte das vezes ele vai inchar na hora (em decorrência do sangramento, que pode ser dentro da articulação ou não). Sempre que possível após uma torção devem ser feito um bom exame clínico e um exame de RX, pois podem acontecer fraturas tanto na articulação do tornozelo quanto no pé.
As entorses podem ser classificadas: graus I, II ou III, dependendo de sua gravidade:
·         Entorse grau I: Dor, com dano mínimo ao ligamento.
·         Entorse grau II: Porção maior do ligamento é danificada, que gera uma leve frouxidão da articulação.
·         Entorse grau III: Ruptura completa do ligamento e a articulação ficam bastante instáveis.

Tudo bem, casos como o meu podem acontecer, mas o que fazer para evitar entorse? Situação cada vez mais frequentes na vida das pessoas:

·         Usar sapatos apropriados e de tamanho ideal, no dia-a-dia ou em atividades físicas;
·         Observar os locais por onde anda principalmente calçadas e ruas fora dos padrões e com buracos;
·         Evitar mudanças bruscas de posição e de direção;
·         Fazer atividades de fortalecimento com frequência;
·         Alongar antes e depois de atividades atléticas ou de recreação;
·         Enfaixar os tornozelos ou usar tornozeleira durante esportes vigorosos, especialmente, se já houver uma lesão antiga.

Caso ocorra algum tipo de entorse é fundamental procurar um médico e tomar as providências necessárias antes que sofra consequências mais graves na lesão .

Por: Fernanda Braga
Referência: Dr. Rogério Silva

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

É muito importante para o profissional da saúde saber todas normas que entrarão em vigor a partir de Fevereiro de 2012, procurar maiores informações nos órgão competentes, publicações concituadas ou profissionais da área de marketing em saúde.

Pesquisem antes de tomarem qualquer iniciativa que pode trazer riscos quando mal divulgadas.

Fernanda Braga
Assessora em Marketing de Saúde
Lis Assessoria em Saúde
Assessorando Saúde, beneficiando pessoas.
8151 3208/9283 7887

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Toda Vitória em conjuto faz bem a saúde, principalmente ao coração...

Desde ontem quando recebi a informação da nossa nota do MEC - Turma de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda ICEC (nota 4, sendo a máxima 5), passou um grande filme na minha cabeça: - do convite que recebi para dar aulas  e o receio que tive em dar-las (por ser profissional do mercado e não professora) ao dia de hoje. Igualmente a todos fiquei muito feliz, mas não consegui fazer um e-mail legal e mandar para coordenação do curso parabenizando, então liguei para o coordenador e mais uma vez fiquei apaixonada pelas palavras do Claudio (sem exageros), estou afastada por problemas pessoais (que todos sabem, fazem dois anos), louca para voltar e fazer parte de verdade dessas conquistas. Nunca deixei de acompanhar as turmas e sei de cada passo que estão realizando para alcançarem um seus grandes sonhos. Hoje quero lembrar em fotos um pouco do nosso caminho que para mim começou com um convite, para a Instituição no memento em que decidiram ter um curso de comunicação, para todos envolvidos no momento que entraram para somar... O importante é que hoje recebo e-mails, ligações, indicações, vou em eventos realizados por alunos, em eventos que os alunos e colegas de trabalho são destaques. Vejo e aplaudo cada conquista: -  quando entram ou estão no mercado e me mandam uma mensagem dizendo que conseguiram, quando vejo materiais assinados por alunos ou ex que nunca deixam de ser alunos e várias outras, é impossível citar e todos os nomes. Quero dizer que sempre me considerei profissional do mercado e que sou professora por amor, por gostar de transmitir o que vejo e aprendo no mercado e por aprender muito (principalmente com os alunos), por poder comemorar cada trabalho que vejo sendo realizado, portanto, PARABÉNS grande galera, depois de uma grande jornada sempre haverá resultados, com dedicação sempre serão positivos com sonhos realizados.
Ontem realizamos mais um, percebi nas palavras por telefone do Claudio que deixei de ser apenas uma profissional do mercado de comunicação, posso mudar minha concepção e escrever agradecendo a Instituição, aos colegas professores e principalmente aos nossos alunos que realmente conseguimos passar por mais uma jornada e realizar, realizar, caminhar, caminhar,sonhar, sonhar.....(felizmente são muitos os momentos, gostaria de poder colocar todos...).


....E lembre-se, quando terminamos uma jornada, começamos outra, vem aí a primeira Jornada de Comunicação e Turismo de 26 a 30 de setembro ...
Bem vida a Turma de Turismo que está começando com a gente mais um desafio importante e com certeza gratificante.


Um abraço com toda saudade que explode gigante
no meu coração
Profa. Fernanda Braga

domingo, 11 de setembro de 2011

Saúde Sexual - Divulgue, converce com os parceiros e principalmente com os filhos.


Relação sexual se refere a uma ampla variedade de comportamentos entre indivíduos voltados para a obtenção de prazer erótico de pelo menos um dos membros envolvidos independente de haver penetração, orgasmo e fins reprodutivos. Para isso é feita a estimulação de uma ou mais zonas erógenas, como seios, vagina e pênis.
Ficheiro:Red ribbon.pngNo âmbito da OMS definição da saúde como um estado de completo desenvolvimento físico, mental e bem-estar social,  não é meramente a ausência de doença ou enfermidade, saúde reprodutiva e saúde sexual / higiene, aborda os processos reprodutivos, funções e sistema de todas as fases da vida, desde o início com a relação sexual independente da sexualidade da pessoa.

Em tempos modernos é possível previnir e discultir sobre saúde sexual para concientizar as pessoas das doenças sexualmente transmissiveis (DST), que são elas:
Relação de doenças sexualmente transmissível
Algumas das DSTs mais conhecidas (alerta geral):
  • Sífilis
  • Cancro mole
    Laura Muller
  • Clamídia
  • Gonorréia
  • SIDA ou AIDS (uma das mais devastadoras e sem cura até o momento)
  • Tricomoníase
  • Linfogranuloma venéreo
  • Herpes
  • Condiloma acuminado ou HPV ou verruga Genital
  • Hepatite B


Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente. Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
  Hoje encontramos todos os tipos de perguntas e respostas em qualquer tipo de mídia, para qualquer assunto relacionado a sexo, sexualidade e saúde sexual, o mais difícil é quebrar o silêncio, mas existem formas de se puxar uma conversa sem que isso gere um mal-estar ou um julgamento precipitado. Uma delas é comentar um caso ou situação divulgada na televisão ou nos jornais, ler o artigo sobre o tema de sua escolha, e pedir a opinião para quem está lendo ou conversando; ou ainda, perguntar como se faz para resolver determinado assunto, pode ser a um amigo,  pais ou parentes,  um médico de confiança ou até mesmo sites como da Laura Muller conhecida mundialmente por participar de programas mundiais e explicar sobre sexualidade em assuntos gerais. Não há nada mais gostoso do que saber que está livre de qualquer doença e está bem informado e para um pai ou uma mãe perceber que seu filho(a) adolescentetem  interesse em saber e pergunta pelas histórias e experiências que eles passam. Assim, se você tem vontade de conversar sobre temas relacionados à sexualidade (principalmente com seus pais), mas ainda não conseguiu tocar nesse assunto, estas sugestões podem ser um bom começo. Conversar sobre sexualidade é uma experiência que vale a pena! Mesmo para aqueles que acreditam ser “um papo careta”, muitas vezes se surpreendem com a facilidade de encontrar respostas positivamente.
Existe também empresas organizações que se preocupam em informar e ensinar a utilizarem não somente a camisinha, mas todos instrumentos que estão sendo criados diáriamente para incentivar e aprimorar as relações, para que casais não caiam na rotina e o relacionamento seja mais durável e estável.
O importante é procurar, perguntar, pesquisa, informar, utilizar camisinha, ter fontes seguras e confiáveis......

Por Fernanda Braga



Fonte de Pesquisas
  1. HEILBORN, Maria Luiza e BRANDÃO, Elaine Reis. “Introdução: Ciências Sociais e Sexualidade”, in: HEILBORN, Maria Luiza (org.). Sexualidade: o olhar das ciências sociais, IMS/UERJ. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1999, p. 7-17.
  2. Heilborn ML. De que gênero estamos falando? Sex Gênero Soc 1994; (2): 1,6.
  3. Biblioteca Virtual de Saúde (em português).
  4. Laura Muller - www.lauramuller.com.br
  5. La Bouche Boutique Sensual - www.labouchesensual.com.br